quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Libertei

Cansei da tristeza,
da palidez, quero a cor,
quero as flores,
o mundo e as asas.

Voarei para longe das garras,
planarei por campos de amor
sem a falsa alegria nos olhos,
sem a dor de mentir para todos.

acabo hoje com minha obra,
deixo nos versos ,
aquilo que ficou na sobra.

divisão sem inteiro,
uma dizima no visor
e o fim, de um amor

Entendo hoje o que foi dito
penso, repito,
ainda estou aflito.

mais entendo, te deixo, já fui.

1 comentários:

Danieli Buzzacaro disse...

Lindo, lindo poema, querido.

Estou em situação de libertação de um amor também. Ah, como é deliciosa a leveza de estar livre, mesmo com alguma dor no coração.

Beijo.