Cansei da tristeza,
da palidez, quero a cor,
quero as flores,
o mundo e as asas.
Voarei para longe das garras,
planarei por campos de amor
sem a falsa alegria nos olhos,
sem a dor de mentir para todos.
acabo hoje com minha obra,
deixo nos versos ,
aquilo que ficou na sobra.
divisão sem inteiro,
uma dizima no visor
e o fim, de um amor
Entendo hoje o que foi dito
penso, repito,
ainda estou aflito.
mais entendo, te deixo, já fui.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
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1 comentários:
Lindo, lindo poema, querido.
Estou em situação de libertação de um amor também. Ah, como é deliciosa a leveza de estar livre, mesmo com alguma dor no coração.
Beijo.
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